Fingidor!
Poete, que ameniza.
Rima a cor.
Rima o Cinza
Com o vermelho, que seduz.
Sê tu mesmo a rima,
Exorciza essa menina
Escarlate que te fez tão blues.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
domingo, 25 de novembro de 2012
Fones de ouvido nº1
Tem muita gente que gosta de dizer
Que põe os fones de ouvidos
o primeiro, o segundo
O volume no máximo.
Pra fugir do mundo.
Eu mesmo
Muitas vezes já fiz
Mas não creio ser o que aconteça
Em verdade
Ouvir música é viajar
Pra dentro de si
O volume é só pra expulsar
Tudo que não é você
Da sua cabeça.
25/11/2012 - M²
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Bear Story
Tenho mãos excesso
Porque não posso tocar (você)
Tenho braços em excesso
Porque não posso abraçar (você)
Tenho teu gosto (e você)
Teu perfume
E um desejo pungente
Entre as pernas (e cem)
Tënho vida em excesso
Porque não posso compartilhar
Com você (e mil, e cem, e mil...)
E um...
Mais dois... (sessenta são).
São vinte quatro mais sete,
Dá trinta
Menos você na equação.
É sempre mais do que suporta
Esta canção.
Assim eu te vejo cada vez mais.
As flores em excesso a têm
No perfume,
Assim como o mel
(Eu gosto) no gosto
(Eu gosto).
Que se me foge o riso
No momento,
Te tenho em excesso
Nas mãos que não tocam (você),
Nos braços que não abraçam (você),
(Sempre) No pensamento,
Mesmo na ausência,
No excesso (entre as pernas),
Que não sacio.
Assim o vi
Nas janelas da alma
Que contemplo no leito do rio.
E no final...
Só me falta o ar.
Este ar que eu preciso
Pra me fazer voltar
Pro trabalho (pra você)
E então (de novo) respirar.
Jeann Araújo e M² - 13/11/2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Mar de que me lembro
Isso é mais do que eu me lembro,
Me lembro de mais do que houve.
Porque a memória é mar,
Não de lembranças,
Mas de Verdades.
Isso é mais do que eu posso, ou lembro amar.
É mar que o Mais da vida (não precisa)
Do navegar.
Navegar não preciso bonança,
Preciso é tempestade.
Isso é menos doque eu posso, ou amo lembrar.
Pois sou mar (im-preciso)
Sou sempre Mar (que precisa)
Não de rotas,
Mas de saudades.
O sou sempre quando me lembro
Que preciso regar
A mim
A Mar
Sou sempre mais
Mar
Quando sou outro
Que não é
Mar de que me lembro.
M² - 11/11/2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Torre de Vidro
Velho, velho amigo.
Não parece, mas já faz tempo
Que eu te criei com tinta e vento
Pra ser o meu melhor abrigo.
Ou pra dele sair, ao menos
Na minha cabeça viver
Tudo que um dia eu quis ser
Por trás dos meus olhso serenos
Então eu te fiz Torre, Farol, Estadarte!
Eu te vomitei do meu íntimo
Uma vida sem momento ínfimo
Mas não sem desafios, NUNCA! Pois fazem parte
Da vida que vale a pena ser vivida
Lutando as batalhas que podem ser vencidas.
Amigo, velho amigo.
Eu te desenhei um mundo simples.
Eu o povoei com pessoas que não o quisessem complicar.
Eu não deixei de construir o mal, porque mal já havia.
Eu te arquitetei uma vida que valesse a pena viver.
E ressucitar todos os dias com o sol.
Não uma vida em que se permanece vivo,
mas se morre todas as noites
com o ocaso.
Não por acaso eu te fiz tudo que eu julguei não ter.
Eu te fiz criatura maior que criador
E tu nunca vais se perguntar como sou
Porque estou a tentar descobrir
Maneiras de ser você.
Eu te invejo.
Eu te invejo.
Eu te invejo.
Eu te invejo sobretudo poderes morrer
Com uma espada em punho
E outra atravessando-lhe as vísceras
Pois é melhor do quea morte do vosso criador
Que morre
Enquanto doma esses versos com a mão.
E morte nenhuma dói mais que ter
Palavras
Apenas
Pequenas
Palavras
Vazias.
Trespassando, enchendo, afogando (os olhos e) o coração.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Soneto da Saudade nº I
Desculpa não saber falar ao telefone
Mas a ideia de não te poder abraçar
Me confunde, constrange, me impede de falar
Todas as frases nas quais eu chamo o teu nome
Desculpa, principalmente, não ser conciso
Pois existo em uma confusão frequente
Que se desvanece... imediatamente
Toda vez que eu vejo aquele teu sorriso
Saudade é uma coisa estranha, vista assim
Quando isso que mais se quer é estar junto
Palavras somem... Ironia ambulante
Se faz sentir quando eu me pergunto
Por que o abraço já não é o bastante
E eu te preciso guardar... dentro de mim
M² - 14/04/2012
Soneto da Saudade nº II
Cheia de ti fica minha mente quando desperta.
Ou talvez nem se tenha esvaziado pois estava
Pensando em você no momento em que me deitava.
Hora noturna em que a saudade mais aperta.
Aperta sim, mas como um abraço amigo
De quem tem de ir, mas deseja um instante
A mais, pelo menos (Jamais o bastante!)
Pra ficar. Permanecer e ser contigo.
E embora esse abraço não seja grilhão,
Mordaça, forca ou corrente de qualquer espécie
Não é incomum que se pene em respirar.
Pois longe do chão não raramente acontece
De ter pouquíssimo, um rarefeito ar
E sem ar é difícil ter inspiração.
Ou talvez nem se tenha esvaziado pois estava
Pensando em você no momento em que me deitava.
Hora noturna em que a saudade mais aperta.
Aperta sim, mas como um abraço amigo
De quem tem de ir, mas deseja um instante
A mais, pelo menos (Jamais o bastante!)
Pra ficar. Permanecer e ser contigo.
E embora esse abraço não seja grilhão,
Mordaça, forca ou corrente de qualquer espécie
Não é incomum que se pene em respirar.
Pois longe do chão não raramente acontece
De ter pouquíssimo, um rarefeito ar
E sem ar é difícil ter inspiração.
31/05/2012 - M²
terça-feira, 29 de maio de 2012
Antítese Spenseriana
Talvez, então, não seja eu um poeta
Pequeno que sou, nada tenho de vós
Só a vontade de escrever que me afeta.
Não sei desatar das palavras os nós,
Pequeno que sou, em mim só tenho a voz...
O anseio em ser ouvido.... minimamente,
Sou só vontade de conhecer a nós.
E as linhas que escrevo... um incompetente!
Pequeno que sou, o sou enormemente,
Mesmo assim, incapaz de construir
Em versos as palavras da minha mente.
Pequeno que sou, não as forço sair
De mim, pois basta vê-las livre, poéticas
E não limitadas aos arcabouços da Estética!
Pequeno que sou, nada tenho de vós
Só a vontade de escrever que me afeta.
Não sei desatar das palavras os nós,
Pequeno que sou, em mim só tenho a voz...
O anseio em ser ouvido.... minimamente,
Sou só vontade de conhecer a nós.
E as linhas que escrevo... um incompetente!
Pequeno que sou, o sou enormemente,
Mesmo assim, incapaz de construir
Em versos as palavras da minha mente.
Pequeno que sou, não as forço sair
De mim, pois basta vê-las livre, poéticas
E não limitadas aos arcabouços da Estética!
29/05/2012 - M²
quinta-feira, 26 de abril de 2012
"Bu!"
Me parece que, no final, estavas com a razão
Imagine que eu
Numa hora qualquer de divagação
Haveria de me dar conta que estava
Assustado
Mergulhado num cinza cada vez mais avermelhado
Eu me encontrei já sem defesas, estaticamente...
cativado.
Num singelo monossílabo
Num singelo monossílabo
Induzido fui a sorrisos sem sentido
Na lembrança da tua voz falando do susto que
eu
Ainda não tinha percebido
Nunca antes passei por tal sensação
Igual a de fazer uma tatuagem que
Não manchou minha pele, mas que marcou
A minha mente... e o meu coração.
01/04/2012 – M²
Retórico-romanstismo
Para que meu romantismo não se limite a
rosas
Luto. Aprisiono esse meu sentimento em
versos
Como fizeram antes de mim, amantes perversos,
Desfaço aqui as últimas linhas desta minha
prosa
Mas como o amor as estrofes acompanha
E de amor, como se vê, estou repleto
Deixo pra você este soneto incompleto
Que seja ele, então, a minha última
artimanha
Não porque eu não consiga os versos elaborar
Ou porque a tua imagem simplesmente me
expulse
Toda e qualquer palavra que não seja
testamento
Disso que dentro de mim repercute
Mas sim porque meu único pensamento
É o de não deixar essa estrofe acabar.
17/04/2012 - M²
terça-feira, 24 de abril de 2012
Tempestade de cérebro... e coração.
Deixa estar...
Talvez eu prefira assim
Que ninguém tenha te achado antes
Durante a longa noite que ocorreu
E essas gotas de orvalho no teu rosto
Oh, minha pequena Rosa Escarlate
Eu as enxugo
No meu abraço, no meu afago e sussurro
Aquelas nossas palavras
Nos teus ouvidos
Só pra ver de novo nos teus lábios
Aquele sorriso mudo
Que tanto me agrada
Soando mais alto que qualquer música
Alucina
E de tanto reverberar no meu interior
E me priva de tudo que há de ruim em mim
E deixa pra trás apenas
O que é
Exageradamente
Bom
E me faz gostar de tudo que sou eu
Porque a noite foi longa
Oh, minha pequena Rosa Escarlate
Mas esta manhã tem o mérito e o anseio....
De querer ser pra sempre
Desde que haja outros tantos sorrisos teus
Mudos, musicais... alucinantes
Eu também então
Sorrirei.
24/04/2012 – M²
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
O Quasissoneto
O triste de um soneto é saber estar sozinho
Que a culpa é minha e meu é o fardo
De não ter vivido nem mais um pouquinho
De não ter vivido nem mais um pouquinho
Desde meu último amor neste formato.
E já não bastasse reviver tais pesadelos
De minhas rimas precárias e métrica vagabunda
Nasce sempre um soneto deformado, meio corcunda
Por isso, também, parei de escrevê-los.
Mas como a ideia do Quasissoneto inda sobrevive
De que devo parar, ignoro os indícios
De quebra copio o amigo Vinícius
Com “Que eu possa me dizer do amor (que tive)”
Quando um dia o tiver
Quando em todos te ver.
Quando em todos te ver.
terça-feira, 5 de julho de 2011
On the author
Eu sabia. Esse era o meu maior motivo de relutância quando cogitava criar ou não esse blog no qual escrevo agora. Eu não sei mais o que escrever, e no entanto, existe aquela pressão social para que eu escreva algo tão bom quanto ou melhor que o último texto.
Pressentindo que os textos que virão são mais.... "densos", por assim dizer, carregados de reflexões mais profundas e referências etimológicas (que cansarão o leitor mais "apressado"), resolvi fazer um texto mais leve pra preencher o tempo vazio entre o texto 1 e 2, que na verdade será o 3.
Mas o que eu poderia ter de interessante e "leve" pra compartilhar?
Eu sou feio. Gordo. Socialmente inerte. Irmão mais velho de três irmãos, mas hierarquicamente estou abaixo dos filhotinhos recém-nascidos da minha poodle. Eu toco baixo elétrico. Só tive uma namorada. E minha vida sexual é tão agitada quanto uma reunião de falantes de Esperanto (eu sei, isso é meio redundante já que eu disse que tocava baixo). Sou filho de militar. Já me mudei muitas vezes por causa disso. Deixei amigos. Fiz novos. Tenho poucos, mas os poucos que tenho são foda(digdin digdin?) Eu toco baixo. Sou filho da mãe. Mãe assistente social e capitalista. Sou pseudo-socialista. Também já fui filho do Pai, do Filho e do Espírito Santo, hoje, sou filho da puta. Eu já acreditei no amor. Eu toco baixo. Eu já deixei de acreditar no amor. Eu voltei a acreditar no amor, não naquele amor platônico e suicida, e sim num amor construído, baseado na dedicação mútua, pois agora percebo que o amor foi feito pra ser motivo de alegria e não um fardo. Eu curso letras na faculdade e.... ah! Eu toco baixo. Eu gosto de ler, mas não leio tanto quanto gostaria. Eu quero ser professor, ajudar a formar pessoas melhores, mas secretamente tenho medo de não conseguir. Eu sou chamado de "inteligente" pelos que me rodeiam, mal sabem eles o quão insignificante Eu sou. Eu tento parecer seguro e "forte", mas por dentro eu sou tão estável quanto um barco em alto mar numa noite de tempestade. Eu sou homem. Eu sou menino. Eu escuto Fresno. Eu tenho uma banda e Eu toco baixo. Eu tenho medo de virar um velho ranzinza aos 20 anos de idade. Também tenho medo de ficar pensando nas consequências e não tomar nenhuma atitude, medo de ser inativo. Eu tenho medo de não saber quem sou nem o que tenho que fazer. Eu tenho medo de não pensar. Por isso eu fiz esse blog, pra ver se ele me ajuda a exercitar minha mente um mínimo que seja, e organizar mais certas ideias.
Em suma, eu sou uma pessoa confusa, mas ainda assim uma pessoa. Uma pessoa que pede desculpas pelo que devia ter sido um texto alegre e descontraído e acabou se transformando num frankenstein cyber literário. Uma pessoa que toca baixo =D
terça-feira, 14 de junho de 2011
Podia ter sido uma quinta-feira normal
Podia ter sido uma quinta feira normal depois da faculdade. Eu entraria no ônibus, entregaria os 6 reais (sim, 6 reais) ao motorista e iria para o meu lugar habitual, geralmente à umas 3 fileiras do fundo, o assento da janela esquerda, onde não bate sol, e iria pra casa tranquilo. Ficaria dizendo pra mim mesmo: "acho que vou dar uma adiantada no texto da aula de amanhã.", mas no final das contas dormiria até o Vaqueire. Acontece que nesse dia o meu professor do último tempo liberou a turma mais cedo, de modo que eu teria que esperar 40 minutos pelo ônibus. Resolvi então andar até o CT, esperar por ele lá e voltar pra casa com meu amigo Aloizio.
Uns 30 minutos depois, este chega no ponto acompanhado da Daphne, que não costuma voltar com a gente, o que me deixou surpreso. Depois de cumprimentá-los eu sou quase imediatamente contemplado pelo futuro engenheiro com a seguinte indagação "Que definição você daria pra verdade?". Exatamente assim, sem um jantarzinho, sem um agrado, nada. Diante de tal situação tive que me abster de ler a recém-comprada revista do X-Men e pôr-me a pensar. Não que tenhamos chegado a uma conceituação exata e absoluta para verdade, mas, já no ônibus, concluímos com certa facilidade que "verdadeiro não é necessariamente tudo aquilo que não é falso" e que "falso não é necessariamente tudo aquilo que não é verdadeiro".
Uns 30 minutos depois, este chega no ponto acompanhado da Daphne, que não costuma voltar com a gente, o que me deixou surpreso. Depois de cumprimentá-los eu sou quase imediatamente contemplado pelo futuro engenheiro com a seguinte indagação "Que definição você daria pra verdade?". Exatamente assim, sem um jantarzinho, sem um agrado, nada. Diante de tal situação tive que me abster de ler a recém-comprada revista do X-Men e pôr-me a pensar. Não que tenhamos chegado a uma conceituação exata e absoluta para verdade, mas, já no ônibus, concluímos com certa facilidade que "verdadeiro não é necessariamente tudo aquilo que não é falso" e que "falso não é necessariamente tudo aquilo que não é verdadeiro".
Ora, mediante tal conclusão achei que finalmente dormiria tranquilo, mas eis que surge novo questionamento, ainda mais cabeludo que o anterior, "o que é existência?". É...... a soneca não ia rolar. Comecei a matutar aos trancos e barrancos (não me recordo, porém, se estes eram do ônibus ou da minha mente). Eu ouvi bastante os dois falando, e quando digo bastante eu quero dizer PRA CARALHO, mas então num golpe de raciocínio (ou epifania, quem sabe?) cheguei a uma ideia que me deixou muito sastifeito (como já diria Alberto Rumples-sei-lá-o-quê Guerra). A ideia foi a seguinte: "Alguma coisa existe quando ela é capaz de afetar, de alguma maneira, outra coisa".
Na verdade, minha definição me agradou tanto que eu me achei digno de um salva de palmas e de receber prêmio qualquer de um desses eventos culturais underground que acontecem por aí, mas depois de certa empolgação inicial, meus amigos acharam mais interessante discutir as divergências de suas próprias definições. Ela dizia que "se algo existe, esse algo é passível de definição" e ele dizia que "se algo é passível de definição, esse algo existe". Pode parecer que não, mas são duas afirmações totalmente diferentes (pelo menos, foi o que me disseram). Baseados nisso podemos deduzir o quão interessante foi essa discussão (~ Trollface ~).Agora, com um pouco mais de embasamento, vou tentar dar suporte à minha teoria. A nossa palavra "existir" vem do verbo latino EXISTERE, que é traduzido como "aparecer, emergir, fazer ir à frente". Esse verbo é formado a partir de EX-, que significa "de onde (no sentido de lugar de origem)" e um outro verbo SISTERE que corresponde a “fazer ficar de pé”. Então podemos dizer que alguma coisa existe quando ela é capaz de ficar de pé em relação às outras. Quando ela se destaca em relação à mediocridade das coisas que a cercam. Quando ela te empurra pra frente (note que não necessariamente isto tem um sentido de progresso ou melhoria), em suma quando ela é capaz de te afetar. Desse modo, é fácil de ver, por exemplo, que as matérias que ignoramos na escola não existem. Que os traficantes e usuários de drogas não existem. Que chacinas e holocaustos nunca existiram e que todos esse bilhões de pessoas que habitam o mundo, a não ser que sejam capazes de afetar a nossa vida, nossa consciência, mesmo que da maneira mais ínfima possível, não existem.
E antes que haja uma revolta, devido ao estilo pedante do “escritor”, à sua prolixidade, e à conclusão esdrúxula a qual chegou, permitam-me uma asserção final (sim amigo leitor, estou finalmente acabando). Fundamentado nessa mesma teoria eu afirmo que nós somos incapazes de existirmos por nós mesmos, sozinhos. Pense bem, seríamos capazes de modificar nossa própria existência, de afetá-la, totalmente desprovidos da influência de nossos amigos, familiares, namorados ou namoradas, e do ambiente que nos cerca? A resposta é desnecessária. Tudo e todos dependemos de algo mais além de nós mesmos para existirmos, essa é a graça do ser humano, ou melhor, essa é a graça de ser humano.
Assinar:
Postagens (Atom)